quarta-feira, 27 de junho de 2012




(Considerado por muitos o magno poeta da Grécia moderna, Konstantinos Kaváfis (1863-1933) iniciou sua produção no século XIX e alcançou o século XX quando se aproximava já dos quarenta anos. Apesar de um bom número de poemas escritos na época e sob a influência do simbolismo constarem de sua obra canônica, Kaváfis estabelece o ano de 1911 como marco divisório de sua escrita. Natural de Alexandria, onde passou toda a sua vida, fora algumas viagens esporádicas, Kaváfis não se considerava um grego, mas um heleno por sua dúplice condição: Alexandria é o espaço da mescla de tradições, a grega e a egipícia, e ainda a ponte entre o passado e o presente).


QUANTO PUDERES

E se não podes fazer a tua vida como a queres,
pelo menos procura isto
quanto puderes: não a aviltes
na muita afinidade com o mundo,
nos muitos movimentos e conversas.

Não a aviltes levando-a,
passeando-a frequentemente e expondo-a
em relações e convívios da parvoíce do dia-a-dia,
até se tornar como uma estranha pesada.

(K. Kavafis)






Esse aparelho fiz para uma amiga presentear a filha. Usei cores fortes e vibrantes.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Prato saindo do forno!!!  Esse foi pintado em preto e esmaltado com esmalte azul transparente.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

sábado, 16 de junho de 2012

 Essa semana uma aluna, a Conceição, me contou essa  fábula que hoje repasso a vocês. Que todos possamos vislumbrar infinitas conquistas!!! 


Uma fábula chinesa

           Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando viu ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma visita breve.
           Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
           Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas, sujas. Então se aproximou do dono do sítio, perguntando: - Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho; como o senhor e a sua família sobrevivem aqui? E o homem calmamente respondeu: - Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora.
           No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: - Aprendiz pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo. O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos.
           Um dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido. Voltou naquele mesmo lugar decidido a contar tudo àquela família. Queria pedir perdão e ajudá-los. Enquanto se aproximava do local viu que o sítio estava muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem, crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver.
           Chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático. O ex-aprendiz perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu: - Continua morando aqui.
           Espantado ele entrou correndo na casa, viu que era mesma a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono do sítio: - Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida? E o dono da casa entusiasmado, respondeu: - Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos possuir, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora...

quinta-feira, 14 de junho de 2012

"Quando tua mão direita estiver hábil, pinta com a esquerda;quando a esquerda ficar hábil, pinta com os pés" Paul Gauguin (1848/1903)




No tempo livre, se é que hoje em dia isso existe, faço algumas telas. Hoje estou postando duas para mostrar a vocês!!

terça-feira, 12 de junho de 2012


E em homenagem aos  vários "Joãos e Marias" aqui vão alguns pratos pintados por mim.Feliz Dia dos Namorados!!!!!!!!!!!
Não poderia deixar de citar meu poeta predileto para celebrar o Dia dos namorados:







Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor,se hà amor
Têm de ser
Ridículas.

Mas,afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são
Ridículas.


Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor,
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
È que são
Ridículas.

Todas as palavras esdrúxulas
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.


Álvaro de Campos.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Segredos da Tia Emília

Hoje quero apresentar e deixar como dica o blog  Segredos da Tia Emília. Tive o imenso prazer de participar desse vídeo. Repasso aqui  para vcs. Clique aqui para assistir.











Fotos por Segredos da Tia Emília

quinta-feira, 7 de junho de 2012





Hoje selecionei mais algumas peças minhas para mostrar o quanto é bonito o trabalho de pintura em faiança.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

 Ser professora!! 
Esse é o meu exercício diário....abrir portas para o saber, entender os limites de cada  aluna e confiar que ela possa melhorar  a cada dia. Isso é o que me motiva!!!
Aqui vão trabalhos de alunas muito queridas...infelizmente não tenho muitas fotos .
Essa sopeira foi feita pela Iara.
Prato da Ana Luiza.

 Sopeira da Cleide.
 Prato da Renata.
 Bengaleiro da Tuca.

Tigela da Silmara.

segunda-feira, 4 de junho de 2012





Como diria Mario Quintana,no poema "O Tempo" :
Quando se vê,já são seis horas!   
Quando se vê,já é sexta-feira!     
Quando se vê,já é Natal !           
Quando se vê,já terminou o ano..


E o tempo passa muito rápido mesmo.... essa exposição fiz a muitos anos e parece que foi ontem.Na mesa acima tem peças minhas e de alunas. Depois mostro algumas peças minhas.
Todas em faiança...vou colocar mais algumas ao longo dessa semana...Desculpem a qualidade das fotos; elas são antigas.... mas acho que valem ser mostradas!!!

sexta-feira, 1 de junho de 2012










E para começar bem o fim de semana,aqui vão alguns arranjos; foram todos feitos pela minha cunhada.
Reparem que ela usou como base, vasos de vidro, faiança, prata e até cípó. Ela faz desde o projeto de paisagismo de residências,empresas e eventos até arranjos como esses.